Você retira no aeroporto Karol Wojtyła ou na cidade, com locadoras de primeira linha, e percorre a Puglia no seu ritmo. Seguros e impostos quase sempre incluídos e atendimento pelo WhatsApp 24 horas.
O aeroporto de Bari se chama Karol Wojtyła (código BRI) e fica em Palese, ao norte da cidade, a uns 20 minutos do centro.
Os balcões das locadoras ficam na área de desembarque ou a poucos passos do terminal, e o carro é retirado no estacionamento da locadora. No seu voucher aparece exatamente onde se apresentar.
Se nos primeiros dias você fica em Bari, não precisa do carro: o centro se conhece a pé. Nesse caso, vale retirar no dia em que sair para a estrada, no aeroporto ou numa loja da cidade, e você economiza diárias e estacionamento.
Um esclarecimento que nos pedem muito: não oferecemos serviço de recepção na porta do terminal. Trabalhamos só com locadoras oficiais, e é isso que garante que o carro esteja lá, que o contrato esteja correto e que você tenha respaldo se algo acontecer.
São três coisas, e as três são obrigatórias. Sem alguma delas, a locadora não entrega o veículo.
Cartão de crédito no nome do motorista principal. É nele que a locadora bloqueia a caução. Não serve cartão de débito, dinheiro nem cartão de um familiar.
Carteira de motorista física e válida. Não serve a CNH digital, nem fotos ou cópias. Tem que ser o documento físico, válido durante todo o aluguel.
Passaporte válido. A idade mínima costuma ser 19 anos, mas pode variar conforme a locadora e a categoria. Se o motorista tem menos de 25, a locadora costuma cobrar uma taxa de condutor jovem. Não há idade máxima.
Permissão Internacional para Dirigir: na Itália pode ser obrigatória. Se a locadora pedir e você não tiver, ela pode não entregar o carro. O melhor é tirar a sua no Brasil antes de viajar.
Sobre o preço: seguros, impostos e quilometragem ilimitada estão quase sempre incluídos. Se alguma tarifa não incluir, avisamos antes da reserva. Para a CarzRental você paga por transferência em pesos ou dólares, ou com um link de pagamento com cartão.
As cidadezinhas da Puglia têm ruas muito estreitas, curvas fechadas e vagas apertadas. Para duas ou três pessoas, um carro pequeno ou compacto é a melhor escolha: cabe em qualquer lugar e gasta pouco.
Na Itália, a maioria dos carros de aluguel é manual. Os automáticos existem, mas são poucos, custam mais e no verão acabam primeiro. Se você não dirige carro manual, peça automático já na primeira mensagem: no balcão não dá para trocar se não houver disponíveis.
Para quatro pessoas com malas grandes, peça um intermediário ou uma perua. Garantimos a categoria, não o modelo exato: isso a locadora define na entrega.
Quase todos os centros históricos da Itália são ZTL (zona a traffico limitato): só entram moradores e veículos autorizados. Em Bari, a cidade velha (Bari Vecchia) e parte do centro têm acesso restrito, e o mesmo acontece em Polignano a Mare, Monopoli, Ostuni, Lecce e muitas outras cidades.
A entrada tem uma placa de ZTL e uma câmera. Se a placa diz "varco attivo", a câmera está funcionando e não se entra. O GPS nem sempre conhece essas zonas, então preste atenção nas placas.
Se o seu hotel fica dentro de uma ZTL, pergunte antes de chegar se ele pode registrar a placa do carro. Se não puder, deixe o carro num estacionamento fora e entre a pé.
As multas chegam à locadora semanas ou meses depois, quando você já voltou. A locadora cobra no seu cartão e soma uma taxa administrativa. O mesmo vale para pedágios não pagos.
Conte as datas, o roteiro e se prefere manual ou automático. Enviamos o preço final pelo WhatsApp.
A autostrada A14 passa por Bari, rumo ao norte e a Taranto. É pedagiada: na entrada você pega um ticket e paga na saída, com cartão ou dinheiro. Não use as pistas amarelas do Telepass, que são só para quem tem o aparelho.
Muitas das estradas rápidas da Puglia são gratuitas, como a que segue pelo litoral até Polignano, Monopoli e Brindisi.
Há muitos radares de velocidade (autovelox), fixos e móveis, e nas rodovias também há controle de velocidade média por trecho. Respeite os limites, que mudam com frequência e caem ao entrar em cada cidade.
Na Itália, a cor das faixas diz tudo. Faixas azuis: estacionamento pago, no parquímetro ou por aplicativo. Faixas brancas: grátis, às vezes com tempo máximo. Faixas amarelas: reservadas para moradores, carga e descarga ou pessoas com deficiência. Ali não se estaciona.
Nas cidades mais visitadas, como Polignano a Mare ou Alberobello, o mais prático é deixar o carro nos estacionamentos da entrada e caminhar. No verão eles lotam cedo: se puder, chegue de manhã.
Bari é a melhor base para passeios. A menos de uma hora ficam Polignano a Mare e Monopoli, à beira-mar, e Alberobello, a cidade dos trulli. Perto fica o Vale d'Itria, com Locorotondo, Cisternino e Ostuni.
A mais ou menos uma hora está Matera, já na região da Basilicata, com suas casas escavadas na rocha. Vale reservar um dia inteiro.
Mais ao sul fica o Salento: Lecce, Otranto, Gallipoli e a ponta do salto da bota. É melhor dormir por lá algumas noites do que ir e voltar no mesmo dia.
Se quiser terminar a viagem em outro lugar, como o aeroporto de Brindisi, Nápoles ou Roma, dá para devolver o carro em outra cidade. A locadora cobra uma taxa por isso, e já incluímos na cotação.
Julho e agosto são os meses de maior procura. As praias lotam, faz muito calor e os carros pequenos e automáticos acabam primeiro. A semana do Ferragosto, em meados de agosto, é a mais complicada do ano.
Se você viaja no verão, reserve com antecedência. Maio, junho e setembro são ótimos: o mar já está gostoso, há menos gente e mais carros disponíveis.
Entrar numa ZTL. É a multa mais comum na Itália, e chega quando você já voltou.
Abastecer com o combustível errado. Na Itália as bombas dizem benzina (gasolina) e gasolio (diesel). Confira na tampa do tanque qual o seu carro usa. Se errar, o conserto fica por sua conta.
Devolver o carro sem o tanque cheio. A locadora cobra o combustível que falta muito mais caro que um posto. Abasteça perto do aeroporto e guarde o comprovante.
Assinar sem ler. No balcão são oferecidos extras, como assistência na estrada, GPS ou cadeirinha. O que você assina é pago ali e não é reembolsado. Se algo não bater com a sua reserva, fale com a gente antes de assinar.
Conte as datas, o roteiro e quantas pessoas viajam. Respondemos o mais rápido possível, 365 dias por ano.
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